Diário de Bordo <$BlogRSDUrl$>

Sunday, October 31, 2004

Devido a problemas técnicos do foro psíquico, houve uma longa ausência de informção sobre a nossa viagem, a nossa localização e sobre a recolha de dados que temos vinda a obter ao longo da expedição
Mas não será hoje que se irá dar o inicio à transmissão desses relatórios, porque ainda não recuperamos totalmente desta demensia que nos rodeia...

Posted By Jher

Monday, March 22, 2004

Ouvi dizer nas noticias que este fim de semana houve 4 AVES que vieram pelo RIO abaixo até ALVALADE... eheheh!

Algures a ouvir o relato da bola (RIO AVE X SPORTING C. P.)
O Homem-do-Leme-Firme-e-Hirto

Monday, March 01, 2004

Pessoas Visionárias

Recentemente um grupo de cerca de 500 personalidades de várias áreas da nossa sociedade, reuniu-se em Lisboa num movimento que apelidaram de "Compromisso Portugal". Este movimento tinha por objectivo alertar toda a sociedade portuguesa para a necessidade de promover um novo modelo económico e de desenvolvimento para o país.
Protagonismos à parte, lá se concluiu que para sair da crise económica que por cá se instalou, ou melhor dizendo, que por cá a instalaram, uma das medidas a implementar era a liberalização do despedimento.
Fantástico...
Esta afirmação de elevada lucidez que passou em muitos telejornais, foi proferida por um individuo cujo nome me escapou, mas cuja cegueira visionária e total ausência de respeito por quem trabalha, não me passaram despercebidos.
A conclusão a retirar deste "recreio" quanto a mim era banstante simples e este individuo provao-o. A principal falha neste país é a falta de visão da maior parte dos gestores e de honestidade empresarial. Portugal não precisa de empresários que enriqueçam á custa da exploração da mão-de-obra, enquanto se vão lamentando da baixa produtividade dos seus trabalhadores. Precisamos sim de empresários honestos com capacidade de gerir os trabalhadores, ao invés de digerir o que estes produzem.
Um maestro está para uma orquestra, assim como um gestor está para os trabalhadores. Se o maestro não sabe agitar a sua batuta á medida que lê as notas na pauta, a orquestra vai se perder irremediávelmente no meio da música. De igual modo, se um gestor não sabe analisar a situação económica do seu páis e criar novas opurtunidades, também os trabalhadores se sentiram perdidos.
De quem é a culpa?
Dos Músicos, que não tocaram mais alto para que a má prestação do seu maestro passa-se despercebida?
Terá sido dos trabalhadores que não produziram mais para não se notar uma má gestão?
Descubra você mesmo, mas antes faça um exame ao seu orgão "visionário", não vá ele estar um pouco deturpado pelo síndroma do "Tio Patinhas"...

Uma coisa eu vos garanto, há de facto pessoas com visão neste país, pessoas que tem este orgão sensorial desenvolvido muito, mas muito acima da média... tristes, tristes...


algures em directo da terra sem rumo,
O Homem-do-Leme-Firme-e-Hirto

Thursday, December 25, 2003

~o FELIZ NATAL PARA TODOS! o~



Saturday, December 06, 2003

Tertúlia dos Vencidos

…Adeus à História?!!!…

A efervescência do sentido patriótico português foge em debandada perante o avanço demolidor da denominada “realidade virtual”. A queda do mito lusitano perante a investida do futuro virtual afirma-se assim, dia após dia, com mais certeza e vigor.
Ao materializar-se, o aparente e desmesurado avanço da loucura futurista do século XXI representará a derrota cultural de uma figura epopoeica com mais de 800 anos, Portugal, sua cultura, tradições e inevitável história!
O apelo para prosseguir o caminho do futuro através de um processo construtivo urge e, a ideia de futuro baseada na completa supressão de um passado histórico e cultural deve ser eliminada pela cultura efectiva de uma realidade global e sustentada que rejeite a alienação proposta pela ascenção do futuro casual. Faça-se história no presente com o futuro e o passado…


Colina da Saudade,
Jeremias o Fora-da-Lei

Pelos Caminhos de Portugal

Saudações Maritimas! Seja lá como elas forem...
Esta é a altura perfeita para levantar a âncora da inércia e partir para mares já tão abusivamente navegados.
Partindo desta observação, Neste preciso momento em que iniciamos viagem, questiono-me qual o caminho a seguir, no entanto talvez o mais importante seja ver a questão de outra forma, que caminho não seguir.
Ora aqui está uma boa questão sobre a qual eu gostava de reflectir um pouco. Os caminhos.
No dicionário encontramos as seguintes definições: Estrada, atalho, carreiro ou carreirão; Rota rumo etc..
Os caminhos mais problemáticos no nosso país são sem qualquer dúvida as estradas nas quais nos deslocamos nos mais variados transportes motorizados. Na verdade, olhando para o dicionário penso que a palavra certa será Atalho...
Sabemos que o nosso país tem a mais alta taxa de mortalidade nas estradas, que os portugueses trasformam-se radicalmente quando ao volante, mas e que dizer das estradas? Não estarão grande parte delas mal concebidas?
Circulamos em estradas com mau piso, sem escoamento de águas e com má sinalização (as linhas da estrada, a pricipal e as guias... que dizer da falta delas em estradas com fraca luminosidade... não deveria ser permitida a circulação nestas estradas com nevoeiro e a partir do ocaso do sol. A probabilidade de acidente aumenta consideravelmente sem estas linhas), no fim ficamos a saber que em caso de acidente somos os únicos culpados.
Lá diz o povo, que quem se mete em atalhos mete-se em trabalhos.
Nem mais.
Mas de nada nos serve estes argumentos, a culpa é toda nossa. Alias, já era de esperar de um povo cuja vocação foi o mar. Esta grandiosa história que o nosso país possuí não teria sido possível em estradas. Os Lusíadas nunca teriam existido se assim não fosse. Alguém tá a imaginar uma terra chamada “Trapobana” e “Musas” à beira da estrada a fazerem se aos camionistas? O nosso Hino, que supostamente tanto diz de um povo, ainda que poucos o percebam (jogadores de futebol que se esquecem da letra, mas lá se lembram da música, etc...), começa por heróis do mar!
Os nossos antepassados já sabiam há muitos séculos que era o mar, com a Expo 98 lá nos lembrámos dos oceanos porque acentava que nem uma luva este tema, mas porquê insistir nas estradas? é o mar meus compatriotas, é o mar! Atirem se ao mar e digam que o fizeram pelo bem da nação.
Vamos construir rios em vez de estradas, vamos meter água por tudo quanto é lado e nunca mais nos teremos de preocupar com estradas inundadas! Vamos retirar o protagonismo de Veneza, riscando-a completamente do mapa turístico!
E um dia quem sabe Camões regresará para continuar a sua epopeia, escrevendo a segunda parte dos “Os Lusídas” com introdução de Gabriel Alves. Sobre o qual se fará também um filme com assinatura de Manuel de Oliveira com argumento de Sá Leão e música do Alex o Mister Gay, a estrear em todo o mundo, batendo recordes de bilheteira, arrebatando todos os óscares possíveis e com milhares de cópias pirateadas na net!... ah ah ah


algures em directo do mar alto,
O Homem-do-Leme-Firme-e-Hirto


Saturday, November 22, 2003

Senhores e Senhoras, Putas e Cavalheiros, sejam benvindos a bordo do Nausilus.

Depois do cuel trauma do copo de leite "Rua Sêsamo" e da calamitosa saga "A Árvore dos Patafúrdios", eis que pulula regorgitando a vontade intrépida de levantar a âncora e alcançar novos mundos.

Diário de Bordo é a proposição convicta de almijar em rasgos flamejantes a acepção surreal da nova Epopeia do Capitão Durex Barbarroso e da sua contramestra prima da Canhota, Maneta Forreta Leite!

Vinde marinheiros, embarcai e procurai fortuna... Boa Viagem!!!


Bibliografia de apoio (exclusivamente para leigos):
- Dicionário da Lingua Portuguesa
- Gramática da Lingua Portuguesa
- Kama Sutra
- Gina
- Borda d'Água



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